| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 | 31 |

http://br.youtube.com/watch?v=KnslNuQdPi4&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=YJtevD_a22g
Anúncio da TVE Espanhola, uma campanha do próprio canal estimulando as pessoas a verem menos tevê e aproveitar mais a vida. S E N S A C I O N A L!!! Bonita a iniciativa e lindíssimo o comercial. Está divido em duas partes. Veja as duas...

criado por Claudia Giron
17:36:08
http://br.youtube.com/watch?v=WjBkco5iz-k
E para provar que a publicidade também tem seu lado bom, segue uma sequência de exemplos de como ela deve ser.
Essa é uma homenagem ao dia das mães. Muito lindo.. vale a pena!!!

criado por Claudia Giron
12:56:46
A princípio foi um grande desafio a Pós-Graduação. Trabalho com rádio e tv, faço pós em relações públicas, sou formada em publicidade e muitas vezes tive que discutir e repensar o jornalismo.. e até escrever como jornalista.
Acho que essa tem sido a grande graça do curso. Poderia ter escolhido qualquer especialização em publicidade ou marketing, mas acabei optando por me enfiar na comunicação como um todo. Isso tem enriquecido meu repertório e ampliado a visão. É o tal do pensamento epistêmico que tem me feito buscar conhecimento nas diversas áreas da minha área. Confuso? Não, infinito. Ver a mídia como cliente, vendedora, veículo, escritora.. Ora olhar as questões como consumidora, ora como comunicóloga, mas principalmente, manter a consciência de ser cidadã e parte do grande planeta azul.
Como o comportamento humano é complexo! Quanto poder oculto está espalhado (nas mãos de poucos)! Na faculdade aprendemos as técnicas de redação, os softwares gráficos, como iluminar, como fotografar, o que é estratégia, mas é na vida que podemos ver o reflexo de tudo isso. Muito trabalho, produção e.. pois é, e? Pra quê? Por quê? Todo esse tempo de estudo e dedicação para ser usado de que forma? Ajudando a construir ou usando talento para a destruição? O que estamos fazendo com nosso trabalho? Em que estamos contribuindo para uma humanidade sadia?
Foram ótimas as sextas que estivemos sob a orientação do Prof. Dr. Dimas. Me fizeram parar e olhar o mundo: que tipo de profissional eu quero ser? Ou melhor, que tipo de pessoa? Tudo que sei e sou, estou usando para o que?
Durante esse período questionamos a mídia, as empresas, os governos e muitos outros agentes sociais. Aprendi a olhar com mais cautela todos os ambientes e as informações que chegam a mim. Mas o principal mesmo foi que aprendi a ME questionar e tenho tentado exercitar muito isso. Como funciona e para que pode ser usada a mídia? Esse aprendizado tem sido um grande pilar para minha formação.

criado por Claudia Giron
11:30:47
Essa é a bibliografia de algumas das idéias postadas neste blog. Sim, algumas. Porque o conhecimento vem de várias fontes, inclusive da experiência de vida. Mas essas são as obras chaves de todo o estudo postado aqui:
• SARLO, Beatriz. Cenas da vida pós-moderna. 3ª. edição, Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
• BURKE, Peter. Testemunha ocular: História e imagem. 1ª. edição, EDUSC, 2004.
• SARTORI, Giovanni. Homo Videns: Televisão e pós-pensamento. 1ª. edição, EDUSC, 2001.
• MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. 1ª. edição, São Paulo: SENAC, 2000.
• CASTELL, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a sociedade, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
• CHAUÍ, Marilena. Simulacro e poder. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006.
• COSTA, Caio Túlio. “Por que a nova mídia é revolucionária”. Líbero IX, n. 18, dez. 2006, pp. 19-30.
• DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
• HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. 2ª. edição, Rio de Janeiro; Globo, 2001.
• LIMA, Venício A. de (org.). A mídia nas eleições de 2006. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2007.
• MORAES, Dênis de (org.). Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2004.
• ORWELL, George. 1984. 29ª. edição, São Paulo: Editora Nacional, 2003.
• RAMONET, Ignacio. A tirania da comunicação. Petrópolis, Vozes, 1999.
• TOSCANI, Oliviero. A publicidade é um cadáver que nos sorri. 2ª. edição, Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
• BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. 1ª. edição, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
• MORAIS, Fernando. Chato, o rei do Brasil. 13ª. edição, São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
• SACKS, Oliver. Um Antropólogo em Marte. 1ª. edição, São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
• MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2ª. edição, São Paulo: Cortez, Brasília: Unesco, 2000.
• KUNSCH, Dimas A. “Comprehendo, ergo sum: epistemologia complexo-compreensiva e reportagem jornalística”. Communicare 5, n. 1, 1º semestre 2005, pp. 43-54.
• KLEIN, Naomi. “Marcas globais e poder corporativo”. In: MORAES, Dênis de. Por uma outra comunicação. 2ª. Edição. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2004, págs. 173-186.
• KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Bauru, SP: Edusc, 2001.
• MORIN, Edgar. A cabeça bem-feira: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

criado por Claudia Giron
11:14:50
"A filosofia por trás de muita propaganda é baseada na velha observação de que todo homem é na realidade dois homens — o homem que ele é e o homem que ele quer ser." (William Feather)
Amigos jornalistas, não se enfureçam comigo. Esse blog questiona a mídia em geral. Por isso, depois de levas de posts sobre jornalismo, enfim cheguei na publicidade.
Já falei sobre Oliviero Toscanni. Não gosto de extremamente todas as fotos dele, mas concordo em gênero, número e grau que os publicitários podem e devem utilizar a criatividade para educar e entreter, sem deturpar aquilo que realmente é valioso.
Afirmar veementemente que a publicidade é um monstro devorador de criancinhas talvez seja contraditório a tudo que foi dito nesse blog, e, conseqüentemente, ao que eu penso. Vejo e alerto sobre o grande poder que existe por trás da comunicação, porém, não concordo com sentenças extremistas. A publicidade, assim como a mídia no geral, é uma ferramenta que pode ser utilizada para o bem ou para o mal. Tudo depende de quem as usa.
Nós (comunicólogos) somos esse “quem”. Por isso não vou me limitar a criticar a mídia em tempo integral, acho que meu trabalho é mudar o que tenho visto de errado.

criado por Claudia Giron
18:07:36